Secretário de Comunicação responde a matéria do Jornal A Bigorna

A Bigorna 11/01/2019 02:42:00 364 visualizações
# legenda: Direito de Resposta

Josená Bijolada Araujo, Brasileiro, Solteiro, Radialista, RG 127.128.132-7, na qualidade de Secretário de Comunicação de Avaré com endereço profissional à Praça Juca Novaes, 1.1689 – Centro – Avaré-SP., vem, respeitosamente, através desta, solicitar a este veículo de comunicação social DIREITO DE RESPOSTA, nos termos da Lei 13.188/15, pelos fatos e fundamentos de direito a seguir articulados.

 

I - DOS FATOS

 

Em matéria divulgada por este diário no endereço https://www.jornalabigorna.com.br/page/noticia/ineditorial-o-secretario-e-o-desgoverno-silvestre, há as seguintes afirmações:

 

Josená Bijolada Araujo, atual secretário de Comunicação do governo Silvestre, ao invés de colaborar com informações aos órgãos de imprensa, assim como cobrava quando fazia seu programa em Rádio, atacando diversos políticos sem ao menos averiguar a veracidade das informações, continua mantendo seu papel de ‘envenenar’ ao invés de comunicar ou manter um nível de comunicação profissional.

 

Ao responder sobre o problema envolvendo uma criança de 3 anos que foi picada por escorpião, onde sua mãe teria relatado ao Jornal A Bigorna que estiveram também no Pronto-Socorro, mas foram informados de que não havia, o referido soro, prefere tentar mais uma vez seu jogo insano de desqualificar a imprensa, da qual ele um dia fez parte. Oxalá nunca mais volte.

 

Ainda;

 

[...}O Jornal A Bigorna em contato com a genitora da criança, a qual afirmou que estiveram no Pronto-Socorro. Já a assessoria fictícia de Comunicação que, quando se expressa, às vezes, quando acha conveniente, ataca órgãos de comunicação, demonstrando que, de fato, o governo Silvestre prefere sempre atacar ao invés de explicar.

 

Um governo perdido em mãos de comissionados – alguns que são competentes - outros que denigrem a imagem do governo, em hipótese alguma pode ser levado a sério.

 

Mais;

 

Ao dizer que a mãe da criança ‘mentiu’ ao jornal dizendo que não teria passado no Pronto-Socorro, Silvestre e Cia simplesmente mostra a cara de um governo incapaz e indolente. Deveriam, no mínimo, terem feito contato com a família da criança – isso se chama atenção e consciência pública.

 

Por fim;

 

Para piorar, coloca um agente político à frente de uma Comunicação que, na verdade, não existe. Diz-se perseguido, mas não faz o dever de casa, que, na verdade seria apenas dar explicações – uma mera obrigação e dever, mas num governo desconexo e perdido isto é simplesmente impossível.

 

 

 II – DO ATAQUE A HONRA

O redator do blog travestido de jornal se destempera quando confrontado com a verdade. Não apurou a veracidade das afirmações colhidas no Facebook e resolveu dar como certo algo totalmente descabido. Redigiu texto (com conotações políticas) travestido de jornalismo e tenta se eximir da responsabilidade da péssima atitude.  

O bom jornalismo preconiza que, antes de tudo, deve o profissional se ater aos fatos. Somente estes ( os fatos ) devem pautar toda e qualquer informação levada à publico. Não se admite, no mundo dos verdadeiros jornalstas, titulados ou não, o agente que se auto intitula “jornalista” mas não se sujeita as regras da profissão. Pessoas do tipo, se secondem sob a gloriosa manta do profissional digno, respeitado e, antes de tudo, ético. Contudo, a última qualidade nem todos fazem questão de carregar, aliás, em tempos de fake news, os que ainda trazem consigo o adjetivo logo depois do nome tem enorme destaque diante da sociedade que, sozinha, se encarrega de limpar a roda e escantear ao limbo pessoas de razo escrúpulo.

Errou o redator e errou por vontade. Não checou dados e ainda quer diminuir quem o faz?. É possível mesmo que um “jornalista” se preze a ridículo papel?. Não é fácil acreditar que o redator, ao errar, ainda imputa o ato falho a terceiros por mera picuinha ou deslinde. Uma boçalidade!.

Desta forma, não há outro remédio senão o de confrontar seu autor com a verdade absoluta dos fatos, doa como e onde doer.

As informações contidas da Nota Pública atacada foram colhidas junto a Secretaria Municipal da Saúde e também junto a Vigilância Sanitária e Epidemiológica de Avaré, instâncias totalmente aptas a se manifestar sobre o ocorrido.

A Secretaria da Saúde, porque administra o Pronto Socorro de Avaré, citado nas publicações e porque é responsável pela Vigilância Epidemiológica e Sanitária no Município. A Vigilância porque é ela que acompanha diretamente todos os registros de ocorrência que envolvam picadas de escorpiões e outros vetores.

Ambas afirmaram categoricamente, conforme as Circulares Internas arquivadas nesta Secretaria que, não havia registro de atendimento de criança no Pronto Socorro de Avaré que teria sido picada por escorpião, contrariando reportagens e publicações disponíveis naquele momento.

Senhor André, cumprimos fielmente nosso papel. A verdade sempre prevalecerá, o senhor goste ou odeie.

III - DA RESPOSTA A SER PUBLICADA

O texto a seguir deverá, de acordo com a Lei 188/15, ser publicado no mesmo espaço contraditado e, da mesma forma, deverá permanecer a disposição do leitor pelo mesmo período exposto.

 

Falta com a verdade o “jornalista” ao atacar a imagem pessoal do requerente. O “papel” da Secretaria de Comunicação é o de relatar informações colhidas no âmbito da administração municipal em seus diversos setores.

 

A nota pública atacada pelo “jornalista” foi redigida de acordo com as informações colhidas junto a Secretaria de Saúde de Avaré, conforme CI ( comuncação interna ) encaminhada pela pasta em 7 de Janeiro de 2019 pelo próprio Secretário de Sáude, solicitando posicionamento sobre a repercussão de postagem pessoal de uma moraroda de Arandu afirmando que seu filho teria sido picado por um escorpião naquela cidade e  esta não teria encontrado atendimento medico hospitalar adequado naquela cidade e em Avaré, citando a falta de soro antiescorpiônico no Pronto Socorro de Arandu, no Pac da Unimed e no Pronto Socorro de Avaré, afirmação que, segundo a Secretaria da Saúde de Avaré, não procedia.

Nova CI ( circular interna ) , desta vez, oriunda da Vigilância Epidemiológica, reforça o posicionamento.

 

Ante as solciitações e de posse do posicionamento offcial do setores, a Secretaria de Comunicação (SECOM) cumpriu seu papel institucional e encaminhou Nota Pública aos veículos de comunicação cadastrados para esclarecer o ocorrido.

 

Como se verifica, a função originária desta Secretaria foi cumprida a risca. Não cabe a SECOM emitir juízo de valor muito menos contestar os dados oferecidos pela Secretaria da Saúde que tem total competência para se manifestar sobre  fatos a ela diretamente ligados.

 

Diferente do que afirma o “jornalista” André Guazeli, a Secretaria de Comunicação se mantém ativa diariamente entre 8 e 17 horas, de Segunda à Sexta Feira com atendimento físico voltado aos diferentes setores desta administração, auxiliando-os em todas as necessidades de comunicação que surgirem, não apenas com o envio de informações a imprensa. A Secretaria de Comunicação atua diretamente na elaboração de arte final, impressão  e revisão de centenas de materiais utilizados internamente no âmbito desta Prefeitura. A checagem de dados solicitados por órgãos de impresa que se prezam a ouvir o outro lado antes publicar toda e qualquer reportagem que envolva a Prefeitura de Avaré é uma rotina diária desta Secretaria, basta que o “jornalista” André Guazeli nos encaminhe a solicitação por email ou telefone e será prontamente respondido, prática raramente adotada pelo redator.

 

Por fim, reiteramos a nota enviada anteriormente para afirmar que, segundo a Secretaria da Saúde,  o Pronto Socorro de Avaré não guarda registro de atendimento a uma criança oriunda do município de Arandu com notícia de picada de escorpião. Desta forma, a verdade se  sobrepõe a qualquer tentativa de denegrir a imagem de agentes públicos que transitóriamente ocupam cargos nesta administração sem vedação legal, ainda que estas tentativas sejam, como é de conhecimento geral, iniciadas por elementos de baixa credibilidade  e pouco interesse em informar.

 

Avaré, 10 de Janeiro de 2019.

 

Oportunamente informo que  a recusa publicar  o pedido administrativo de Direito de Resposta em até 7 dias,  caracterizará, automaticamente, interesse jurídico para propositura de ação judicial competente, nos termos dos artigo 5o  e 6o da mesma Lei 13.188/15.

 

A Saber;

 

Art. 5o  Se o veículo de comunicação social ou quem por ele responda não divulgar, publicar ou transmitir a resposta ou retificação no prazo de 7 (sete) dias, contado do recebimento do respectivo pedido, na forma do art. 3o, restará caracterizado o interesse jurídico para a propositura de ação judicial.

 

 

Art. 6o  Recebido o pedido de resposta ou retificação, o juiz, dentro de 24 (vinte e quatro) horas, mandará citar o responsável pelo veículo de comunicação social para que:

I - em igual prazo, apresente as razões pelas quais não o divulgou, publicou ou transmitiu;

II - no prazo de 3 (três) dias, ofereça contestação.

Parágrafo único.  O agravo consistente em injúria não admitirá a prova da verdade.

 

 

É certo que, ainda que atendida a solicitação em epígrafe, não se excluirá  do Poder Judiciário a  apreciação pelo rito especial, dos crimes de Injúria, Calúnia e Difamação e as repercussões cíveis,  em tese verificados na publicação. Anote-se que, quanto ao primeiro, não se admite a exceção da verdade.

 

No aguardo de um pronto deferimento e publicação, desde já, me coloca à disposição para colaborar.

Avaré, 10 de Janeiro de 2019

Josená B. Araújo

Secretário de Comunicação

 

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